Seu perfil mostra o que você postou. Não mostra o que você vende. Na FanUp o cliente vê o serviço, o preço e o botão de comprar — e chega no seu WhatsApp já sabendo o que quer.
Lojas, indústrias e profissionais já vendem pela FanUp todos os dias.

Nenhuma dessas três cenas é falta de talento. É falta de um lugar pra onde mandar a pessoa.
E você manda um print, um PDF do Canva e um “dá uma olhada no meu Insta”. O cliente abre e vê o que você postou terça — não o que você faz. Você é bem melhor do que você parece.
Você para o que estava fazendo, monta o orçamento e responde quarenta minutos depois. Ele já falou com outros dois. Toda venda começa do zero, e o gargalo é você.
Você pagou pra trazer gente e mandou todo mundo pra um feed. A pessoa curtiu, seguiu e sumiu. Virou seguidor quando devia ter virado cliente.
Entre 20% e 40% das oportunidades que chegam pelo WhatsApp e pelo Instagram se perdem por falta de processo — não por falta de interesse. E 93% das pessoas pesquisam antes de contratar: o que elas acham sobre você decide a conversa antes de ela começar.

Cada serviço tem valor, tempo e o que está incluído. Quem não podia pagar não te ocupa; quem podia já chega decidido.
Sua chave Pix, seu CNPJ, sem gateway e sem a FanUp no meio. Cartão também, quando você quiser.
Continua caindo no zap que você já usa — só que como “quero esse, por esse valor” em vez de “oi, tudo bem?”.
Mudou o preço? Encareceu a mão de obra? Você entra e troca em trinta segundos. Itens, agenda, vendas e quem visitou sua página — num painel só, com prévia ao vivo no celular.
Muda o que você vende. O atrito é o mesmo — e some do mesmo jeito.
Pintor, fotógrafo, videomaker: o trabalho, o valor e a agenda na mesma tela.
Catálogo, onde fica, horário e o botão de comprar no zap — sem site caro.
Nutricionista, advogada, personal: consulta com preço e horário, sem ida e volta.
Linha de produtos, o que você faz sob medida e o pedido de orçamento em um toque.
Uma lista de links entrega a pessoa em outro lugar. A sua página precisa resolver ali.
fanup.bio/seunome. Leva um minuto, só precisa de e-mail e ninguém mais pega esse endereço.
Serviço, produto, horário ou curso: arraste os blocos, ponha o preço e veja como fica no celular, ao vivo.
O mesmo público de sempre passa a chegar decidido. Você só responde e recebe.
Páginas reais de negócios reais, funcionando neste momento. Toque e veja do jeito que o cliente deles vê.
O Instagram traz a pessoa até você — e faz isso bem. O que ele não faz é mostrar o preço, aceitar pagamento e organizar o que você vende. É por isso que o contato chega em “oi, quanto custa?”. A FanUp é o lugar pra onde o seu link da bio aponta: o Insta atrai, a FanUp fecha.
Não tem. Criar, publicar e receber contatos é grátis, só com um e-mail e sem cartão. Quando você vende pelo Pix, o dinheiro vai direto pra sua conta e a FanUp não fica com nada.
Vai. Você arrasta blocos e vê a prévia ao vivo, do jeitinho que fica no celular. Não tem código, não tem hospedagem, não tem domínio pra configurar. Dá pra começar de um modelo pronto e publicar hoje.
Funciona igual — e melhor. O serviço pode ter “a partir de” ou nenhum valor, e o botão vira pedir orçamento. A diferença é que a pessoa clica no serviço específico, então o pedido já chega dizendo o que ela quer, em vez de um “oi” seco.
Você põe a sua chave Pix e cada item com preço ganha o botão de pagar. O cliente paga e cai direto na sua conta — sem gateway, sem intermediário, sem esperar repasse. Cartão também dá, quando você quiser ativar.
De jeito nenhum. O contato continua caindo no mesmo número que você já usa. Só muda o que chega: em vez de “oi, tudo bem?”, chega o nome da pessoa e o serviço que ela quer.
São. O seu @, o seu conteúdo e as pessoas que falaram com você são seus. Você edita quando quiser e leva embora se quiser.